Desenvolvimento psicomotor

Antes de tudo, psicomotor se refere as partes do cérebro que presidem as relações com os movimentos dos músculos. O desenvolvimento motor acontece por meio da maturação biológica e pelo meio social. É importante criar situações e estimular a criança, criando desafios que possibilitem a aprendizagem de determinadas habilidades.

 Para ajudar no desenvolvimento psicomotor, cabe aos pais/responsáveis estimular a criança a se deslocar; a querer pegar algum objeto colocando-o perto da criança e criar situações para que ela queira se descolar engatinhando em direção a algum brinquedo.



É importante criar desafios de acordo com a maturação biológica da criança, ou seja, algo que seja possível para a idade dela. Essas interações sociais entre a criança e o mediador, impulsionam o desenvolvimento psicomotor da criança e ela conhece mais sobre si, e começa a conhecer o espaço que existe a sua volta.

À medida que se colocam maneiras diferentes e novas para executar o movimento anteriormente conhecido, a criança se vê desorganizada e todo um sistema cerebral é ativado, buscando na cognição, na emoção e no aparato motor uma forma de perceber, decodificar, planificar e executar o novo movimento (GONÇALVES, 2011, p. 30).

Incentivar a criança a fazer um novo movimento, ajuda ela ativar seu sistema cerebral, que busca desta forma um novo conhecimento, uma nova sensação e a possibilidade de controlar-se.

A Psicomotricidade não é exclusiva de um método, de uma “escola” ou de uma “corrente” de pensamento, nem constitui uma técnica, um processo, mas visa fins educativos pelo emprego do movimento humano (AJURIAGUERRA, apud FONSECA, 1988, p. 332).

Referências

GONÇALVES, Fátima. Do andar ao escrever: um caminho psicomotor. São Paulo: Cultural RBL, 2011.

FONSECA, Vitor da. Da filogênese à ontogênese da motricidade. Porto Alegre: Artmed, 1988.

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